sexta-feira, 14 de outubro de 2011

MOTIVOS PARA SOCORRER OS MAUS

Emmanuel
. . . e orai pelos que vos perseguem.
-Jesus. (Mateus. 5:44.)

­  Todos aqueles espíritos interpretados como maus são irmãos nossos - criaturas do Criador, quanto nós mesmos - credores de auxílio e consideração.
- A maldade, em muitos, provém da ignorân­cia que compele o ser a comportamento infeliz, reclamando assistência educativa.
- Às vezes a crueldade não é senão doença ca­talogável na patologia da mente, agravada, em
muitas ocasiões, por influência obsessiva solicitando ajuda curativa ao invés de punição.
- Muitos criminosos são companheiros que não resistiram às tentações trazidas de existências passadas, incursos em faltas das quais somos pas­síveis em nossa atual posição de consciências en­dividadas perante a Lei.
- O malfeitor no cárcere ou em cumprimento da pena que lhe foi cominada é semelhante ao
enfermo no hospital ou em tratamento adequado, requerendo compreensão e apoio fraterno.
- Ninguém experimenta alegria ante as ví­timas do mal, como ninguém sente prazer diante do vizinho que a moléstia perturba, mas, assim como o doente do corpo exige medicação, o doente da alma requisita socorro.
- Tanto quanto não será possível prever a extensão do incêndio sem medidas que o combatam, ninguém pode acautelar-se do alastramento do mal sem a colaboração do bem que o elimine.
- Quando a pessoa conhece as próprias res­ponsabilidades e pratica o mal mesmo assim, en­treguemo-la a si mesma, convencidos de que essa pessoa carregará no subconsciente a dor da culpa até que se liberte, pelo sofrimento, da sombra em que se envolveu.
- Situemos-nos em lugar dos nossos irmãos caídos e verificaremos que eles precisam muito mais de assistência que de censura.
- Quando as circunstâncias nos impeçam o abraço fraternal imediato aos que nos feriram, não nos esqueçamos de que, ainda assim, ser-nos-á possível auxiliá-los sempre através da oração.


Mensagem psicografada por Francisco Cândido Xavier. Do livro “Bênção de Paz"
 

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